segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Instalação do Windows 8.1 do zero, sem atualização de SO

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Antes de inicializar a instalação do Windows, deve-se alterar as prioridades de Boot para que a primeira opção de boot seja da mídia do DVD, USB ou via rede.
Após indicar a opção de Boot, a instalação será iniciada. A primeira tela de configuração que irão se deparar é a que está logo abaixo, onde deveremos setar o idioma, formato de hora/moeda e o método de entrada. Se o teclado não tiver cedilha (ç), método de entrada será Estados Unidos (internacional), caso tenha o cedilha (ç) no teclado, pode selecionar o método de entrada Português (Brasil ABNT2).
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Ao finalizar as configurações regionais acima, deverá clicar em Avançar. Aparecerá a tela abaixo com o botão Instalar agora. Ao clicar neste botão, irá prosseguir com o resto das configurações para a instalação, como, por exemplo, a  licença do Windows e a configuração da partição que será instalado o Sistema Operacional no HD (Hard Disk).
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Como mencionado anteriormente, você terá que incluir o serial da sua licença do Windows 8.1 e depois clicar em Avançar.
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Aparecerá a tela com os Termos da licença. Após ler e marcar em Aceito os termos da licença, deverá clicar em Avançar.
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Na sequência aparecerá qual o modo de instalação que deseja. Se for Atualização, irá atualizar a versão do Windows já instalada no computador. Lembrando que nesta opção, as atualizações dos Sistemas Operacionais Microsoft só serão possíveis entre Sistemas de mesmas versões (versões de 32 bits (X86) para 32 bits (X86) e de 64 bits (X64) para 64 bits (X64) e também terá que respeitar as hierarquias entre edições (Standard, Professional e Enterprise)).
A segunda opção desta tela, que é a Personalizada, será a que iremos utilizar neste tutorial. Está opção fará uma instalação limpa do Windows 8.1, onde iremos configurar o HD para receber o novo Sistema Operacional.
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Agora será a hora de preparar as partições do HD para a instalação. Como estou usando uma máquina virtual para fazer esta tutorial, terei um HD de 50 Gb. Como quero particionar meu HD para ficar dividido, clicarei em novo. Aparecerá um campo para colocar o tamanho desta partição, que no caso será a unidade C.
Coloquei 30000 MB que dá quase 30 GB de espaço e então clicarei em Aplicar. Criará automaticamente um espaço reservado para o Sistema e a minha primeira partição que acabei de criar.
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Irá reparar que ficou o restante do espaço que não aloquei na primeira partição. Então clicarei neste espaço não alocado e depois em Novo para criar outra partição. Clicando em Aplicar, estarão as duas partições criadas. Para não precisar formatar a segunda partição na hora que for usar o Windows, iremos formatar agora selecionando esta partição e depois clicando em Formatar.
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Depois clicaremos na primeira partição, que é a que iremos usar para instalar o Sistema Operacional, e clicaremos em Avançar. Não precisa clicar em Formatar, pois, após clicar em Avançar, esta partição será formatada.
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Após ter clicado em Avançar, iniciará o processo de instalação o Sistema Operacional como é mostrado na tela abaixo.
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Ao finalizar a instalação do Windows 8.1, aparecerá a tela abaixo, sinal que o Sistema estará iniciando para então configurá-lo para o uso.
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Na tela a seguir, iremos personalizar as cores iniciais do ambiente de trabalho e também o nome do computador e depois clicaremos em Avançar.
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Na tela de Configurações,  clicaremos em Usar configurações expressas, que  manterá as configurações padrões do sistema. Mas, caso queira customizar as configurações, basta clicar em Personalizar e então customizar as configurações: se deseja efetuar atualizações automáticas, enviar relatórios de erros para a Microsoft, conectar a dispositivos da rede, conectar no PC com uma conta Microsoft.
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Caso seu dispositivo de rede ou wifi tenha sido reconhecido na instalação e instalado seu driver automaticamente, verá a tela perguntando se deseja conectar a uma rede Wifi agora (se seu computador estiver só na rede Wifi) ou se estiver conectado direto a rede via cabo, aparecerá uma tela parecida com a abaixo para se conectar a uma conta Microsoft. Se tiver uma conta de e-mail da Microsoft, sempre que for ligar seu computador, pedirá o login e a senha desta conta. Não tem problema se no momento estiver offline (desconectado da internet) o Sistema armazena em cache seus dados de login.
Logando com a conta Microsoft, já terá acesso ao seu Skydrive, e-mails, contatos, podendo também deixar suas outras contas, como a do Facebook, Linkedin, entre outras iniciando com o Sistema. Como não estou na rede, vou clicar em Criar uma conta que dará erro na criação e então terei a opção de Criar uma conta local. Gostaria de lembrar que se estiver usando uma rede Wifi, quando pedir para se conectar ou criar uma conta Microsoft, terá também na mesma tela já a opção de acessar através de uma conta local.
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Como clicamos para entrar com uma conta local, na tela a seguir colocarei o nome do usuário e se quiser poderá colocar uma senha para ele.
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Clicando em Concluir, aparecerá as telas a seguir finalizando assim as suas configurações para o uso do sistema.
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Pronto! Windows 8.1 instalado e iniciado. Reparem que nesta versão do Windows 8, os tiles (blocos) receberam outros tamanhos para serem redimensionados. Onde está o nome Usuário, se tivéssemos conectado com uma conta Microsoft, apareceria o nome do usuário da conta e sua foto. Também nos Apps (Aplicativos) como E-mail, SkyDrive, Calendário e Skype, automaticamente sincronizaria os dados destes respectivos apps tendo tudo ao alcance.
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Fonte: Profissionais TI (PTI)

EAD: Facilitando a Qualificação Profissional


Quando tocamos no assunto Ensino a Distância (ou simplesmente EAD), alguns acham que essa modalidade de ensino não vale a pena por se tratar de um formato que não mantêm a velha tradição da relação aluno-professor em um mesmo ambiente físico de aprendizagem. No entanto, quando o EAD surgiu, não possuíamos todas as tecnologias que hoje predominam e facilitam tanto nosso dia a dia.
Para entendermos um pouco de como o Ensino a Distância surgiu e foi aos poucos se tornando realidade e tendência no ensino, precisamos observar sua trajetória ao longo dos anos. Vejamos um breve histórico do ensino à distância:
1728
O ano de 1728 por muitos é considerado o marco inicial da EAD no mundo. O Professor Caleb Philipps oferecia material para ensino por correspondência.
1856
Na Alemanha, Charles Toussaint e Gustav Langenscheidt fundam a primeira escola por correspondência destinada ao ensino de línguas.
1923
No Brasil, a literatura não é precisa quanto a real origem da EAD. Alguns estudiosos da área apontam diversas ações como marco desta modalidade educacional no país. No entanto, a maioria concorda que a primeira experiência com EAD no Brasil aconteceu em 1923, quando um grupo liderado por Henrique Morize e Edgard Roquette-Pinto criou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, que oferecia cursos de literatura, radiotelegrafia e telefonia.
1939
Surge em São Paulo o Instituto Radiotécnico Monitor, a primeira instituição de ensino nacional a oferecer sistematicamente cursos profissionalizantes à distância por correspondência.
1941
É fundado o Instituto Universal Brasileiro. Outras organizações similares juntam-se aos dois institutos e foram responsáveis pelo atendimento de milhões de alunos em cursos abertos de iniciação profissionalizante à distância.
Década de 60
Somente na década de 1960 a EAD teve maior expressão em território brasileiro, com o início de ações sistematizadas do Governo Federal. Em São Paulo, a Fundação Padre Anchieta (FPA) inicia suas transmissões em 1969, com o objetivo de promover atividades educativas e culturais através do rádio e da televisão.
Década de 70
No final dos anos 1970, é criado o Telecurso 2º Grau, uma parceria entre a FPA (TV Cultura) e a Fundação Roberto Marinho (TV Globo). Este projeto gerou, em 1980, o Telecurso 1º Grau e, na década de 1990, o Telecurso 2000.
Década de 80
A partir dos anos 1980, a Universidade de Brasília, pioneira no uso da EAD no ensino superior no Brasil, começa a oferecer cursos veiculados por jornais e revistas. Enquanto isso, Portugal funda, em 1988, a Universidade Aberta (UAB), a única instituição de ensino superior público no país a ofertar EAD.
Década de 90
Na década de 1990, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Laboratório de Ensino a Distância (LED), passou a conceber, desenvolver e executar cursos de pós-graduação pela Internet e por videoconferência. Em 1992, é criada a Universidade Aberta de Brasília, acontecimento bastante importante na educação à distância no Brasil.Em 1995, é criado o Programa TV Escola, pelo MEC, com o objetivo de capacitar professores das escolas públicas de ensino fundamental e médio.
A partir de 2000
No inicio do século XXI, é inaugurada a primeira Universidade Aberta do Brasil (UAB), uma parceria entre o MEC, estados e municípios para integrar cursos, pesquisas e programas de educação superior à distância (2005).
Quadro – Histórico da EAD
Muitas pessoas ainda acreditam que a EAD é uma nova maneira de aprender e ensinar. Porém, como observamos no histórico, o EAD já possui uma longa trajetória.
Hoje o que vemos é uma explosão de cursos profissionalizantes, técnicos, capacitações, graduações e pós-graduações sendo ministrados à distância. Com o advento de novas tecnologias, a exemplo de tablets, smartphones, e a queda no valor dos desktops e notebooks adicionados ao preço mais “acessível” da internet, muitos optam por realizarem cursos à distância. Além disso, os maiores benefícios da EAD, segundo muitos usuários, são:
  1. Combinação entre estudo e trabalho;
  2. Menor custo para estudante;
  3. Autonomia do aluno;
  4. Interatividade entre alunos e professores;
  5. Material digital e impresso;
  6. Flexibilidade (pois o aluno determina como e quanto tempo dedicar aos estudos);
Vamos a alguns dados interessantes para quem deseja se matricular em um curso EAD:
Segundo a Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), de acordo com o último censo realizado em 2011, a maioria dos cursos à distância, 56%, é de atualização ou aperfeiçoamento pessoal ou profissional que, por via de regra, não precisam de autorização do MEC para seu funcionamento. Para a Abed o maior desafio enfrentado nos cursos a distância é a evasão, que só em 2011 representava 20%, em sua maioria cursos livres que não precisam de autorização do MEC.
Algumas boas iniciativas como o Coursera e o Veduca, disponibilizam diversas aulas de variadas áreas do conhecimento e das mais renomadas universidades do mundo. Todo esse conteúdo está disponível de forma gratuita para quem tiver interesse em aprender mais.
Se você é um profissional que deseja cursar um ensino superior ou uma pós-graduação (especialização), ou preparatório para uma certificação e não encontra tempo ou condições necessárias para estar todos os dias em uma sala de aula, como é feito no ensino presencial, porque não repensar na ideia de fazer um curso à distância?

Fonte:Profissionais TI (PTI)

TI Verde: Sustentabilidade na área da Tecnologia da Informação.

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Este é o resumo de um trabalho científico. A pesquisa de campo realizada teve como principal objetivo analisar o conhecimento das pessoas sobre as práticas da TI VERDE. A metodologia utilizada foi de ordem quantitativa e qualitativa: foram aplicados questionários a gerentes e técnicos da área de TI de empresas de diversos ramos de atuação no estado de Pernambuco.
A TI Verde – Tecnologia da Informação Verde, surgiu em 2005. É um termo mais recente que o conceito de sustentabilidade, usado pela primeira vez em 1972 e difundido pela ONU em 1985. Com a evolução da Tecnologia da Informação acontecendo de forma muito rápida, os equipamentos tornam-se obsoletos em pouco tempo de uso, com isso, questiona-se: o que acontece com esses equipamentos? onde serão descartados? Muitos computadores vão para o lixo comum, no qual podem despejar várias substâncias tóxicas e com isso agredir o meio ambiente, prejudicando tanto a saúde humana quanto a vida de outros seres.
Outra forma comum de descarte é a incineração, onde a fumaça produzida prejudica a atmosfera com substâncias inadequadas para a natureza. Por esses e outros motivos surgiu o conceito TI Verde, que é um conjunto de políticas e práticas capazes de garantir que a atividade de uma empresa atinja o menor impacto ambiental possível, viabilizando menores gastos de energia, economia dos recursos e matéria prima especializada através da utilização de normas e padrões “verdes”.
Mesmo que a TI Verde não esteja sendo praticada por todos, a importância do conceito cresce na sociedade, pois a sustentabilidade é uma preocupação constante. Todas as empresas pensam em um modo de se tornarem sustentáveis, já que a preocupação ambiental é assunto recorrente.
Um computador ligado uma/hora por dia consome 5kwh/mês, e que ao final de um ano, emite 18 kg de CO² no ambiente, isso significa que ao se reduzir uma hora do tempo de operação de um computador doméstico, implica na redução da emissão de CO² equivalente à emissão de um carro a gasolina percorrendo 120 km/h (AKATU, 2011).

CONCLUSÕES

Na percepção da maioria dos entrevistados, as organizações em que eles trabalham não conhecem ou não se preocupam com as práticas da TI Verde, embora ainda alguns utilizem deste sistema de gestão ambiental. Algumas práticas simples, como por exemplo, a utilização de controle de gastos de energia, papel e descartes de equipamentos, demonstram que as organizações, mesmo sem conhecer as práticas, já aplicam algumas iniciativas, contudo ainda é irrelevante diante do que se propõe na TI verde.
Percebemos também que mesmo com o pouco conhecimento nas práticas da TI Verde, na sua maioria, os entrevistados não pensam em implantar as prática em suas organizações, demonstrando despreocupação com a sustentabilidade.
Diante do exposto, faz-se necessário repassar os conhecimentos das práticas de TI Verde de forma a articulá-las efetivamente a uma política estratégica de implantação de uma cultura de sustentabilidade nas empresas.  Entende-se que estas políticas e práticas devam ser parte não só da estratégia, mas da cultura das organizações em todos os seus ambientes, para que não só os profissionais de TI conheçam, mas sim, todos que fazem parte da organização.
A TI Verde ainda divide opiniões. As práticas não são fáceis de serem implementadas, mas devem fazer parte de uma nova cultura na área de TI, com isso, ganham os profissionais de TI, as organizações e o ambiente como um todo.

Artigo completo (com pesquisa completa) disponível aqui.

Autores:

  • Flávio Luiz de Azevedo BRAYNER
  • Paulo Gustavo Sabino RAMOS
  • Patrícia Verônica de Azevedo BRAYNER


Fonte: Profissionais TI (PTI)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

ESET apresenta lista com 10 ataques bancários comuns no mundo virtual

ESET apresenta lista com 10 ataques bancários comuns no mundo virtual

















As tecnologias mudam e se aprimoram, mas os criminosos virtuais sempre encontram novas maneiras de roubar informações pessoais e dados bancários dos usuários. Isso acontece de várias maneiras, seja por meio de campanhas de phishing, pelo envio de SMS ou mesmo por telefone. Por isso, é preciso ficar atento às formas de se prevenir.

A principal dica é reconhecer quando o comportamento de uma página de algum banco não é o esperado. Dessa forma, a ESET preparou 10 ações que um site bancário nunca fará, para, assim o usuário identificar facilmente um ataque cibernético. Confira.

1. Mandar um SMS pedindo detalhes para confirma se se trata de um cliente correto

Sim, é possível que um banco envie mensagens de texto, por exemplo para confirmar uma transação feita pelo computador, mas, em contrapartida, ele nunca irá solicitar senhas e informações pessoais dessa forma.
Em caso de suspeita, recomenda-se não clicar nos links enviados ou ligar para os números indicados na referida mensagem. Por outro lado, você deve entrar em contato com a empresa utilizando os meios habituais, geralmente disponíveis na internet, e, assim, checar se a mensagem é verdadeira.

2. Informar que em 24 horas a sua conta será encerrada ao menos que faça o indicado

Muitas mensagens de bancos são marcadas como “Urgentes”, principalmente aquelas relacionadas às suspeitas de fraude. Porém, todas aquelas que possuem um prazo para que alguma ação seja feita, devem ser lidas com cautela.
Os cybercriminosos geralmente precisam ser rápidos, pois os seus sites podem ser descobertos e bloqueados, por isso, precisam fazer com que o usuário click sem pensar. Normalmente, os bancos querem apenas entrar em contato com o cliente e não colocam prazos para nenhuma ação.

3. Enviar um link com a “Nova Versão” de um aplicativo para home banking

Os bancos não distribuem programas dessa maneira, uma vez que eles podem (e devem!) ser baixados diretamente pelos sites oficiais. Por exemplo, o trojan bancário chamado Hesperbot descoberto recentemente pela ESET, usa um site falto para que os usuários coloquem os seus números de celular e instalem uma publicação maliciosa capaz de ultrapassar os sistemas de segurança.

4. Usar encurtadores de links em um e-mail

Os crackers utilizam uma grande variedade de truques para que um site malicioso pareça real em um email que finge ser de algum banco. Uma das formas mais clássicas é o uso dos encurtadores de links.
Por esse motivo, a ESET recomenda não clicar em links encurtados, que sejam provenientes que um email ou SMS, ao menos que seja de alguém/empresa confiável e que você conheça. Ainda assim, o recomendado é que você entre em contato e confira as informações antes de clicar em algo mais suspeito.

5. “Vamos enviar os Correios para que façam a retirada de um cartão de crédito com defeito”

Uma nova forma de ameaça consiste em informar o cliente de que um serviço de logística reversa dos Correios irá até a sua casa retirar um cartão de crédito com defeito e que, para isso, eles precisam a senha do cartão para confirmação. A forma correta seria pedir para o usuário quebrar e cortar o cartão.

6. Ligar para um telefone fixo e pedir para que o cliente ligue novamente ao banco para confirmar seus dados

Esta é mais uma nova forma de ataque utilizada pelos bandidos. Ela consiste em ligar para o “cliente” e informá-lo de que foi detectada uma transação fraudulenta em sua conta. Os bandidos, então, informam que vão desligar e pedem que o usuário entre em contato com o número oficial do banco.
O problema, contudo, é que eles não desligam o telefone, simplesmente reproduzem o tom de uma nova ligação. Com isso, o cliente disca o número do banco e, seguindo o passo a passo, adiciona os dados do cartão – é nesse momento que essas informações são roubadas.

7. Mandar emails bancários em contas não cadastradas

Se o seu banco entrar em contato por meio de um endereço de email diferente daqueles utilizados anteriormente tome muito cuidado, pois provavelmente se trata de uma mensagem falsa. O recomendado é que você tenha uma conta de email apenas para o banco – e não o utilize para mais nada. Dessa forma, se torna mais fácil a tarefa de se identificar mensagens falsas enviadas em contas diferentes.

8. Utilizar um site de internet sem alertas de segurança

Os sites de banco legítimos devem exibir sempre o ícone de um pequeno cadeado na barra de endereços do seu navegador, o que significa que o site é seguro e conta com mecanismos de proteção de informações.

9. Solicitar que o usuário desative o modo seguro de acesso

O banco nunca irá solicitar que o modo de segurança seja desabilitado para acessar a sua plataforma ou realizar alguma transação. Caso esse pedido apareça é recomendado comunicar imediatamente o banco para que eles verifiquem esse comportamento suspeito.

10. Mandar uma mensagem com apenas um link em uma página em branco

Qualquer mensagem enviada pelo banco deve estar dirigida a quem corresponde, tanto no corpo do e-mail como no assunto. Além disso, é importante checar se o email está destinado ao caminho correto do cliente e que não é algo genérico como “lista de clientes” ou se há vários destinatários em uma só mensagem.

Segundo Camilo Gutierrez, Especialista de Awareness & Reasearch da ESET América Latina, “Levar em conta essas precauções e estar sempre atento, fará com que o usuário saiba quando confiar em uma solicitação do banco e quando deve suspeitar do que for recebido”.

Ele ainda complementou, dizendo que “Mesmo com todos os cuidados, é necessário utilizar uma solução de segurança atualizada para garantir a proteção dos dados”.

Fonte: TecMundo

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Futuro dos aparelhos Nokia

Lumia

Depois de sua venda a Microsoft, muitos aqueles que se perguntam "o que acontecerá com a Nokia?". Pois bem, dificilmente a Microsoft acabe com a fabricante, já que a tradição da companhia e o valor do mercado ainda são muito altos (14 anos sendo líder de mercado). A Microsoft através desta compra tentará entrar de vez no mercado de smartphones e tablets.

Quem teme perder suporte de suporte e a perda dos modelos da Nokia, pode ficar sem se preocupar. A Microsoft comprou também o suporte da Nokia, sendo assim, ainda terão assistência técnica e atualizações de sistema. No caso dos modelos, tanto o Lumia e o Asha continuaram a ser fabricados. Como a intenção da Microsoft é fazer o "Windows Phone" ser popularizado, o Asha, que não possuí este sistema operacional, tem um futuro mais duvidoso.

Microsoft compra Nokia

A Microsoft anunciou a compra da linha de celulares e smartphones da Nokia, a qual já produzia o sistema operacional (Windows Phone) a 2 anos. Além dos aparelhos, as patentes também foram inclusas. A Nokia, seguirá suas atividades com serviços de redes. A venda foi finalizada na terça-feira, dia 27, com valores de US$ 7,2 bilhões à US$ 7,8 bilhões - aproximadamente R$ 17 bilhões.

Empresa que já foi a maior fabricantes de celulares e de smartphones no mundo , perdeu seu mercado para a Apple e Samsung, que lideram tanto em vendas como tecnologia de seus aparelhos.A Nokia possuí apenas 3% do mercado de smartphones.

A venda do negócio de celulares da Nokia não é a primeira reviravolta dramática da empresa em sua história de 148 anos. A companhia já vendeu de botas de borracha a televisores.

Mas o anúncio da venda foi um duro golpe para o país natal da empresa, a Finlândia, mesmo entre os investidores menos sensíveis, que viam a venda da empresa como uma chance final para salvar valor do grupo. "Como finlandês, não posso gostar deste negócio. Ele encerra um capítulo da história da Nokia", disse Juha Varis, gerente de portfólio da Danske Capital. "Por outro lado, talvez tenha sido a última oportunidade de vendê-lo."

A venda da divisão de celulares da Nokia para a Microsoft deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação por acionistas da Nokia e autoridades. Cerca de 32 mil funcionários da Nokia esperam ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4,7 mil que trabalham na Finlândia.

Nokia

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tecnologia da informação e a melhoraria de serviços públicos


O desenvolvimento de uma nação está diretamente ligado ao poder de melhoria de vários setores dentro da sociedade. Pode-se dizer que determinado país está desenvolvido ou em desenvolvimento com a mensuração de resultados (positivos e negativos) destas melhorias. Para isso, é necessário mensurar como um todo as áreas que são responsáveis pelo índice de crescimento e qualidade de vida, as áreas da saúde, educação e em nosso caso, o desenvolvimento da informação.
É notório que com o passar dos anos, diversos avanços na tecnologia impactaram em nosso cotidiano, ocasionando em benefícios práticos para toda a população e empresas, sejam eles econômicos ou operacionais.
Quando isso acontece, de forma positiva, podemos destacar que a tecnologia da informação teve um papel fundamental no desenvolvimento da sociedade, principalmente quando tratamos de serviços públicos que abrangem uma parcela considerável da população.
São vários os exemplos que poderemos citar ao longo do texto em que a tecnologia nos beneficiou de forma direta ou indireta. Em algumas situações, a nova geração (conhecida como “geração y”) nem teve a oportunidade de utilizar determinados serviços públicos na forma do seu funcionamento de antigamente, como enviar cartas pelos Correios.
Hoje, essa geração que já nasce em contato com a internet, nem sabe como postar uma carta nos correios. Eles aprenderam que a forma de se comunicar com os outros é através de e-mail, torpedos, mensagens instantâneas e redes sociais. Mas o desenvolvimento da tecnologia permite a você, hoje, rastrear encomendas postadas nos correios pelo próprio site dos Correios ou em “app” (aplicativos para smartphones). Antigamente, era quase que diária a “viagem” até uma agência postal para saber se chegou alguma encomenda para o destinatário.
Outro exemplo que demonstra como o desenvolvimento da tecnologia melhorou nossos cotidiano é a declaração de imposto de renda anual. Antigamente tínhamos que preencher um formulário no papel e torcer para não errar nenhum campo, pois rasuras inviabilizavam o envio do formulário. Para aqueles que tinham muitos bens, eram páginas e mais páginas de formulário para declarar o tão sofrido IR.
Atualmente, utilizando o programa específico para declarar o IRPF, tudo ficou mais fácil. A possibilidade de se importar os dados da declaração do ano anterior, a simulação dos tipos de declaração e a crítica que o próprio programa faz, diminuiu em muito as dores de cabeça aos contribuintes que passaram a correr menos risco de cair na “malha fina” do fisco.
O IPVA e o Licenciamento (para quem possui algum tipo de automóvel), também teve o seu benefício com a tecnologia da informação. Entrando no site do Detran de sua região, você pode consultar como anda a situação de seu veículo apenas pesquisando pela placa e o número do RENAVAM. Com a tecnologia, você imprime o documento de arrecadação na hora que for pagar. Após o vencimento, o site já calcula os juros e multa, emitindo o boleto no valor correspondente atualizado para que seja pago na rede bancária. Não há mais a necessidade de se deslocar até uma Ciretran ou Detran para requisitar novo boleto com valores atualizados.
E por último, a mais recente mudança que estamos observando nas últimas eleições é a utilização de urnas eletrônicas. Fico aqui imaginado a nova geração de não ter tido contato na forma de se votar utilizando as cédulas de votação (isso mesmo, papel!). O grande benefício dessa tecnologia é a agilidade no resultado da eleição, onde em apenas algumas horas já sabemos quem são os governantes eleitos. Na forma tradicional, o resultado levaria dias.
Enfim, estamos em um caminhar natural da humanidade: o desenvolvimento. Pode ser que esse tipo de desenvolvimento não agrade a todos, mas temos que ter a consciência que para sermos melhores, temos que evoluir. Essa teoria eu levo para dentro das empresas também. Se você não evoluir algo dentro da empresa ou no seu trabalho, ficará continuando a fazer a mesma coisa, e pior, pode ser que não saia da era do papel!
Via: Profissionais TI (PTI)

TI na Austrália: ainda é um mar de oportunidades e de dinheiro?


Pouco mais de dois anos atrás, em 6 de Junho de 2011, foi publicado no PTI um artigo entitulado “TI na Austrália: um mar de oportunidades (e de dinheiro!)”. Se você não leu, sugiro que dê uma olhada rápida antes de continuar, o link está AQUI
O texto falava, em resumo, sobre o quão aquecido o mercado de TI estava e sobre os altíssimos salários pagos para os profissionais da área. A repercussão foi bem maior que a esperada e até hoje eu recebo emails de gente que leu e ficou interessada na possibilidade de construir carreira em TI na Austrália. No entanto, de uns seis meses pra cá notei que muitos dos emails começam com algo do tipo “vi seu texto e queria saber se a realidade continua a mesma, já que o artigo é um pouco antigo” e, por conta disso, resolvi escrever um novo post pra atualizar o pessoal com relação ao mercado de TI por aqui e ao processo do visto de residência.
Trago duas notícias boas e duas más: as boas são relacionadas ao mercado, que está melhor e os salários também estão, além do fato de que o dólar australiano está valendo mais (cerca de R$2,06); as ruins são relacionadas ao processo do visto de residência, que está um pouco mais caro e demorado e a tendência é que comece a ficar mais difícil com o passar dos anos.
Começando pelas boas notícias: o ano de 2011 foi muito bom pra TI por aqui, enquanto 2012 foi um pouco turbulento devido à situação econômica da Europa. Ninguém sabia o que esperar de 2013, mas por algum motivo o mercado reagiu e as vagas começaram a pipocar novamente e, por consequência, os salários também aumentaram (não vou falar de valores essa vez, se quiser ter uma noção é só dar uma lida no primeiro artigo, sempre tendo em mente que aqueles valores estão um pouco abaixo da realidade atual). Somando a isso o fato de que o dólar australiano subiu, o cenário é excelente pra quem pensa em vir pra cá e fazer umas economias pra mandar pro Brasil.
Agora a parte ruim: como eu já disse no primeiro post, o visto de residência é o primeiro passo pra quem quer arrumar emprego em TI na terra dos cangurus. Até aí nada de novo, mas a questão é que o processo pra tirar o tal visto mudou um pouco. Não ficou mais difícil, mas agora está mais demorado e um pouco mais caro. Concordo que não são notícias tão ruins, afinal de contas o investimento é alto de qualquer jeito e um pequeno aumento no valor e no tempo de espera não são motivos pra desistir.
Entretanto, se você está cogitando fazer o processo, não vacile – a hora é agora. A política imigratória do país tem sido alvo de incessantes críticas e virou assunto de TV e jornal de uns meses pra cá. Algumas medidas já foram tomadas com relação aos vistossponsorados, já que algumas empresas estavam usando o sponsor pra trazer mão de obra barata de países mais pobres em detrimento dos profissionais locais. Até agora o visto de residência não foi afetado, mas está bem claro que as portas imigratórias vão se fechar gradualmente e que cedo ou tarde o visto de residência simplesmente deixará de existir. Essa é a tendência natural e não precisa ser entendido no assunto pra perceber que a movimentação nesse sentido já começou.
Fazendo um balanço geral, as notícias que trago são mais positivas do que negativas, afinal de contas o mercado está ótimo e o visto de residência continua ao alcance de praticamente todo mundo. No entanto, reconheço que o tom pessimista que permeia o artigo é alarmante, mas é justamente esse o propósito. Se você pensa em vir pra cá, é importante agir rápido: cedo ou tarde o visto de residência virará história e aí será tarde demais.
Via: Profissionais TI (PTI)